A família dos tesourinhos

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Encontrei este blog , com o qual identifiquei-me na situação que esta mamãe está a passar, porque já passei por algo semelhante, sei dar o valor. Quem quiser e puder ajudar com roupinha de bebé e coisas de bebé que já não usem.
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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Ontem foi dia da Força Aérea

Lá fomos nós à BA4.
Como tesourinho Marco anda sempre a dizer, que quer ser piloto de aviões, além de electricista, bombeiro, piloto de carros, motas e helicópteros e tesourinho Júlio que adora um helicóptero, tínhamos que mostrar a eles, dada a oportunidade de tal.


Estavam com medo de entrar no helicóptero. Nem quiseram entrar na cabine do piloto.
Depois fomos para a fila para andar neste veículo.

Júlio estava com medo. Ficou no meu colo, via-se pouco para a rua porque ia cheio o veículo.
O pai ia vendo, e contando, agora vamos fazer todo o terreno. Lá subimos e a poeira a entrar pelas vigias ou buracos, ou lá como se chama aquilo.
Que impressão ao descer!!!
Notei uma coisa, não é por serem meus filhos, mas eram as crianças mais sossegadas que ali estavam.
É destes carros que tesourinho Marco desenha muita vez. Influência dos jogos de computador.
Havia baptismo de voo, e estávamos na fila, quando veio alguém dizer que a fila acabava na pessoa à nossa frente.
Então depois fomos ver a exposição.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Tanto se tem passado

Tenho andado sem tempo para vir postar.
No sábado fomos à feira Agroter.
Tesourinhos brincaram, num insuflável.
Vimos os animais, vacas, cavalos, cabras, ovelhas.
Aproveitamos para ir ver os animais da Associação dos Animais.
Júlio delirava ao ver as motas e tractores.
As que estavam inclinadas em cima de coisas, ele dizia que estavam a cair.
Estiveram na quinta pedagógica a fazer um jogo de atirar malhas.
Por fim desenharam e Júlio pintou na tela, na barraca da Universidade dos Açores.
Júlio não queria vir embora, queria ficar a pintar na tela.
As raparigas que estavam lá, ficaram admiradas de o Marco, ter desenhado, caminhos com uma ponte onde a água corria por baixo e tinha na ponta de cada lado da ponte, os semáforos com os respectivos sinais luminosos acesos.
O Marco não quis deixar os seu desenho, lá afixado.
No domingo fui com Júlio para o hospital, pois tinha uma virilha inchada e vermelha, estava a fazer xixi , sem pedir.
Diagnóstico: alergia a picada de bicho.
Massajar com Fenestil gel e tomar Atarax, uma colher de chá à noite e de manhã meia colher de chá.
Deve durar 3 a 4 dias.
Começou o tratamento na segunda feira à noite.
Hoje só tinha um gudolhãozinho.
Antes de ontem à noite veio Marco ter comigo, com uma lente na mão.
"Mãe, o Júlio partiu-me os óculos".
"Ele empurrou-me, e partiu-se os óculos".
O aro da lente estava arrebentado.
Então ontem quando a minha chefe chegou, pedi se podia ir ao oculista arranjar os óculos.
Resultado, o senhor da loja disse se fossem soldar o aro iria ficar com defeito. Que iriam enviar para fora os óculos.
Deram uns óculos novos semelhantes aos que tinha.
Não sei, se foi por ter falado, que tinha comprado os óculos em finais de Fevereiro, que deveriam ter garantia.
Só sei que são pessoas honestas, e que este problema ficou resolvido.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Passeio nocturno

Finalmente entrou o subsídio de Natal.
Como já tínhamos as prateleiras a ficarem vazias, fomos às compras.
Como já é raro irmos às compras ao hiper Modelo ou ao Guarita, nem sabemos o horário a que encerram.
Claro, chegamos lá demos com o nariz na porta, pois já eram 22:30.
Do menos o mal.
Como estava uma bonita noite, aproveitamos para dar um passeio.
A cidade já tem as montras com coisas do Natal.
Tesourinhos deliravam a ver o pai Natal e as coisas alusivas à época natalícia.
Na rua de Jesus corriam livremente.
Bem que dizia ao Benjamim para correr devagar com medo não fosse ele cair com a velocidade que levava.
Na praça tem luzes no chão e tesourinhos a apreciarem as luzes brancas e amarelas.
Por falar nisso Benjamim já tem curiosidade em saber as cores. Aponta para as cores para eu lhe ir dizendo e ele lá vai repetindo.
Júnior já sabe a tabuada do 1.
Não sei se foi coisa que aprendeu na pré-primária.
Só sei que um dia destes a caminho de casa ele lá me foi dizendo a tabuada.
Gosta muito de números e tem curiosidade em saber o que as letrinhas querem dizer, quando vê algo escrito.

segunda-feira, 13 de março de 2006

Passeio na cidade

Ontem fomos a Angra do Heroísmo.
Passamos em casa da avó paterna a deixar uma gatinha que apareceu no nosso quintal.
O gato da avó anda desaparecido à vários dias, então ela disse que ficava com essa gatinha.
A bichana ficou lá como se nada fosse.
Depois fomos ao hiper Modelo comprar fraldas para o tesourinho. E não é que estão mais baratas no hiper de Angra do que no da Praia, mas em compensação as toalhitas são mais caras em Angra.
Entramos em casa da avó materna e estivemos a almoçar.
Tesourinho tem andado com fastio.
Quando vê a sopa diz: naqué, naqué (não quero, não quero)
Fico desesperada por ele não comer. Mas felizmente lá consegui que ele comesse a canjinha da avó.
É claro que teve que ser distraído a acender luzes e a apagar ou a ver as máquinas, de lavar roupa e a de secar roupa.
Entretanto enquanto mamãe e papai almoçavam tesourinho foi com a tia Lurdes ao café e à casa das primas.
Disse a tia que tesourinho comeu um boião de maçã cozida (que a tia tinha levado de casa), sentadinho à mesa do café como um homem grande. E nem sequer se sujou.
Quando chegou com a tia vinha muito lindo o tesourinho.
As primas deram-lhe uns óculos de sol azul, que vem nas caixas dos cereais.
Ele já estava lindo de "alvarozes" (macacão de ganga) com um blusão vermelho de gola em ganga, botinha de pano cor cereja, boné de ganga com a pala virada para trás e os óculos.
Estava demais o meu tesourinho!
O pai era para lhe ter filmado para ficarmos com foto feita pela filmagem, mas tesourinho chegou a casa a dormir.
Depois fomos para o Jardim Público passear.
Tesourinho adorou andar sozinho, sem ser de mão dada.
Vimos a procissão "do Senhor dos Passos" a passar na Praça Velha.
O avó ia na filarmónica a tocar barítono.
Tesourinho subiu a rua do Galo praticamente sem ser de mão dada. Como estava a procissão a passar o trânsito estava cortado naquela rua.
E tesourinho queria andar livre, mas nas outras ruas já passavam carros. Fez birrinha, lá só ao colo da mamãe é que se calava.
Como estava de óculos de sol também queria que a mamãe andasse com os óculos de sol do papai.
Fiquei cansada, com as pernas moles de andar e ainda por cima com tesourinho.
Voltamos a casa da avó paterna. O avô ainda devia estar a tocar na procissão. A avó estava a trabalhar.
Dei o lanche ao tesourinho, vimos um pouco de televisão e fomos ao trabalho da avó para ela ver o neto.
Claro que avó toda babada foi mostrar o tesourinho aos colegas(as) de trabalho.
Pela primeira vez tesourinho andou de elevador e foi com a avó, quando ela foi à cozinha buscar azeite que precisava. Levou tesourinho consigo para as outras colegas o verem.
A avó trabalha na copa do hospital.
Tesourinho consulou-se a correr nos corredores vazios.
Que diferença faz um domingo, dos dias de semana em que os corredores estão cheios de movimento e gente à espera de consultas e exames!
Mais uma vez se constata que qualquer pessoa pode entrar por um hospital adentro sem que ninguém o impeça. Entramos e ninguém nos perguntou nada.
E assim foi o nosso domingo.

sexta-feira, 16 de setembro de 2005

Passeio animado

Como já vem sendo uma rotina do tesourinho, os seus passeios pela tardinha, não podia deixar de ser o dia de hoje uma excepção.
Ao ver um menino sentado nos degraus disse-lhe adeus com a mãozinha, ao qual o menino correspondeu. Então começou a mandar beijinhos para o menino, à medida que íamos avançando pela rua fora.
Na travessa das Flores por vezes costuma ter um senhor sentado à porta, ao qual tesourinho também disse adeus.
Nisso passa um senhor pela rua, e Marquinho começou a dizer ó mãe, ó mãe, e apontava para a sua cabecinha.
Então percebi porque apontava para a cabeça, era porque o senhor levava um chapéu. Penso que ele ainda nunca tinha visto alguém usando um chapéu.
Mais à frente numa casa que estava com as janelas abertas ouvia-se música a tocar.
Tesourinho parou ali mesmo, e começou a dançar. Tentava imitar as danças das músicas hip-hop que costuma ver no canal MTV.
Seguindo viagem, apanhava pedacinhos de algo partido que encontrava pelo chão, agarrava-se aos portões dos jardins de algumas casas, voltava para trás, andava de roda, parecia que não sabia o que queria.
Peguei então nele ao colo para pudermos avançar mais para a frente.
Paramos a ver, galinhas, porcos e uma vaca, que vivem à solta, todos juntos num cerrado grande.

quinta-feira, 15 de setembro de 2005

Mais um passeio

Tesourinho ontem ficou em casa todo o dia com a mamãe.
Como chovia não o levei para a creche.
Então depois de jantarmos fomos dar um passeio aqui no quarteirão.
Já devia ser perto dumas 20:00, já começava a escurecer.
Tivemos uma nova companhia, a nossa gata Mansinha, foi sempre atrás da gente.
Uns dois gatos ao verem a Mansinha foram ter com ela, mas ela lá escapou a eles e continuou a acompanhar-nos.
Por falar em gatos, à uns tempos atrás a gata Cinzenta riscadinha apareceu e junto a ela vinha a filhota a das risquinhas pretas.
A gatinha está selvagem, não se deixa apanhar. Nunca mais a vi, nem a irmã beijinha.
Tesourinho foi sempre pelos seus pezinhos sem pedir colo.
Peguei nele já perto de casa quando passaram vários carros e já estava escuro.
Sabem tanto bem estes pequenos passeios mesmo aqui perto de casa.

Carinhas larocas


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Recordando o tesourinho


2º Aniversário de Marco António


3º aniversário do Júlio César

Miminhos