A família dos tesourinhos

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Encontrei este blog , com o qual identifiquei-me na situação que esta mamãe está a passar, porque já passei por algo semelhante, sei dar o valor. Quem quiser e puder ajudar com roupinha de bebé e coisas de bebé que já não usem.
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sábado, 5 de abril de 2008

Sustos

Tenho uns tesourinhos que são umas pedrinhas de lume.
Sexta-feira tinha acabado de almoçar no refeitório da escola, junto com Marco António, como de costume em época de aulas.
Marco quando acaba de comer gosta sempre de ir à secretaria, e só depois volta para junto dos coleguinhas.
Pediu que queria ir à casa de banho, estava eu a abrir a porta e acender a luz quando olho para trás, e já não vejo o "pedrinha de lume".
Chamo por ele e não obtenho resposta alguma.
Olho pelo corredor que dá para a secretaria e não o vejo.
Abro a porta que dá para o átrio da escola e nada de Marco António apareçer.
Imaginem já o meu susto. Como é que desapareceu num instante???
Volto para dentro a chamar por ele.
Nisso aparece uma colega minha e diz: Ele está debaixo da tua secretária.
O safadinho a rir-se debaixo da secretária.
Ufa!
A casa onde moramos tem vários perigos para crianças pequenas, tal como as janelas do sotão quase rentes ao chão.
Hoje tá um típico dia de Abril ou Inverno, com muita chuva e vento.
Predrinha de lume - Júlio César.
Estava embaixo mais o Marco António, que me diz que Júlio está a chorar.
Venho cá acima e vejo Júlio todo molhado e a chorar de janela aberta.
Penso que o vento deve ter-lhe batido com a janela e daí o susto dele.
O pai já estava junto dele.
Temos uma caminha de grades encostada à janela, mas o safadinho já a empurra para ir abrir a janela.
O meu coração não tem sossego.
Vamos arranjar algo que não lhe permita abrir a janela, nem sei onde encontrar uma protecção dessas.
Sábado passado andava eu a estender roupa no quintal e tesourinhos brincavam com as panas da roupa vazias.
Quando ouço Marco António a dizer: Mãe o Júlio está em cima do muro.
Que vejo eu?
Um pisco, que ainda nem 2 anos tem, a gatinhar em cima do muro do cerrado do nosso rendeiro. Já estava quase na meta final do muro. Marco ia atrás dele, também de gatas.
Como subiu?
A pana virada ao contrário serviu de degrau.
Diguam lá se não é para eu andar sempre de coração nas mãos, com estes "pedrinhas de lume"?

terça-feira, 19 de setembro de 2006

O desafio/Valente susto

Fui desafiada... pela mamãe do Xiribi.
Se eu fosse um mês seria Maio
Se eu fosse um dia da semana seria Sexta-feira
Se eu fosse um número seria 9
Se eu fosse um planeta seria Marte
Se eu fosse uma direcção seria Este
Se eu fosse um móvel seria Cama
Se eu fosse um líquido seria Água
Se eu fosse um pecado seria Preguiça
Se eu fosse uma pedra seria Diamante
Se eu fosse um metal seria Ferro
Se eu fosse uma árvore seria Chorão
Se eu fosse uma fruta seria Goiaba
Se eu fosse uma flor seria Rosa
Se eu fosse um clima seria Temperado marítimo
Se eu fosse um instrumento musical seria Bateria
Se eu fosse um elemento seria Ar
Se eu fosse uma cor seria Azul marinho
Se eu fosse um animal seria Girafa
Se eu fosse um som seria O das ondas do mar a rebentarem na praia
Se eu fosse uma letra de musica seria "Kids in heaven" (Eric Clepton)
Se eu fosse uma canção seria "San Francisco"
Se eu fosse um estilo musical seria Balada
Se eu fosse um perfume seria Tasha (Avon)
Se eu fosse um sentimento seria Amor
Se eu fosse um livro seria de Aventuras
Se eu fosse uma comida seria Bacalhau com natas
Se eu fosse um lugar seria um Jardim
Se eu fosse um gosto seria Doce
Se eu fosse um cheiro seria o da Roupa acabada de lavar
Se eu fosse uma palavra seria Mãe
Se eu fosse um verbo seria Amar
Se eu fosse um objecto seria Almofada
se eu fosse uma roupa seria Calção
Se eu fosse uma parte do corpo seria Coração
Se eu fosse uma expressão seria Sorriso
Se eu fosse um desenho animado seria "A abelha Maia"
Se eu fosse um filme seria "O vulcão"
Se eu fosse uma forma seria Oval
Se eu fosse uma estação seria Primavera
Se eu fosse uma frase seria "Vive o dia de hoje como se fosse o último, pois o amanhã já poderá ser tarde."
Acho que tenho que desafiar alguém.
Anokax - Eu... Sou como outra qualquer
Cláudia - Já Cheguei!
Sara - Os meus pequeninos
Vera - marianita
Mãe do Alexandre - Pensamentos felizes... e não só
Raquel - Diário da Sara
Assim vamo-nos conhecendo um pouco mais.

VALENTE SUSTO
Ontem estava eu na cozinha a por roupa a lavar na máquina, quando ouço o Marco na sala a chorar (ele não é criança de chorar à toa).
Fui ver se ele tinha caido do sofá onde estava a brincar com os carrinhos.
As lágrimas escorriam-lhe pela cara abaixo.
Perguntei-lhe onde tinha um dói-dói, pois não lhe via nada.
Apontou para o ouvido.
E que vejo eu?
Uma peçinha de um carrinho dentro do ouvido.
Ele estava a brincar deitado, e deve ter sido assim que a peça entrou-lhe no ouvido.
Corri com ele ao colo, e gritei pelo pai que estava a dormir, para me ajudar, (trabalha durante a noite toda, mas nesse caso tinha que o acordar mesmo, pois não tenho firmeza nas mãos para retirar a tal peça do carrinho).
O pai retirou a dita peça num abrir e fechar de olhos.
O choro parou logo.
Fiquei toda a tremer por dentro (só de imaginar se tal acontece quando estou sózinha com os tesourinhos).

JÚLIO
Já brinca com as mãozinhas.
Também já leva brinquedos para a boca.
Parla imenso.
Baba-se muito.

MARCO
Já vai fazendo uma sesta ou outra.
Continua a saltar refeições.
Adora papel e caneta para desenhar.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2005

Tá um homenzinho e cada vez mais traquinas

Tesourinho aos 18 meses.
Foto tirada na creche.
Já tem mesmo cara de um homenzinho. Já não tem o ar de bebé.
Mas está cada vez mais traquinas.
Desafia a mamãe quando sabe que está a portar-se mal.
Como sabe que tenho medo quando salta para a minha cama ou faz cavalinho nas costas do sofá, faz barulho para chamar a atenção em como pode cair. E lá vai a mãe a correr aflita antes que ele caia.
Num outro dia passei um susto com ele.
Estava a passar roupa a ferro, quando ele vem para o pé de mim aflitinho para respirar. Como sei que ele ultimamente anda com o vício de por miolinhos no nariz, ouvidos e até mesmo nos olhos, pensei logo que ele tinha metido algo dentro do nariz.
Vejo que ele tinha um pedaço de pipoca. Chamei o papai para ajudar a tirar. Segurei-lhe a cabeça o melhor que pode para ele não se mexer, enquanto o papai tirava o pedaço de pipoca que estava bem metido para dentro. Até ficou com sangue no nariz depois de ter-se retirado o pedaço de pipoca.
Sei que se colocar algo dentro do nariz com a humidade do nariz as coisas incham e depois é mais difícil de se tirar.
Tenho que andar com o "olho" sempre em cima dele.

Carinhas larocas


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Recordando o tesourinho


2º Aniversário de Marco António


3º aniversário do Júlio César

Miminhos