A família dos tesourinhos

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Encontrei este blog , com o qual identifiquei-me na situação que esta mamãe está a passar, porque já passei por algo semelhante, sei dar o valor. Quem quiser e puder ajudar com roupinha de bebé e coisas de bebé que já não usem.

sábado, 13 de março de 2010

Vou atirar foguetes

Tenho que atirar foguetes.
Se calhar serão foguetes de artificie, mas não... não é por causa de nenhuma toirada!
Tanto tempo esperei por esta ocasião!
Este buracos dos ouvidos, que tenho, (citando uma colega minha) ouviram bem.
Ouviram a tão esperada frase: mãe quero fazer cocó.
Fui logo com ele para a casa de banho e perguntei se ele queria fazer no bacio ou no redutor de sanita.
Escolheu a sanita onde o sentei com o redutor.
Finalmente o meu mais novo acertou, atinou!
Estou tão contente!
Quem é mãe, e sabe o que é, um filho demorar para fazer o cocó no lugar certo, deve perceber o que estou sentindo.
Como digo não se pode ser bom em tudo. Começou a andar com 9 meses, para para fazer o cocó ainda fazia nas cuecas e nem pedia, ou dizia que estava sujo, embora o xixi faça na sanita e controla-o bem.
Ainda ontem à noite andei a limpar porcaria, de caganitas que lhe caíram das cuecas que eram largas, pelas pernas abaixo.
Há uns dias atrás também pediu ao pai e fez certinho, mas foi só aquela vez.
Não sei se ainda será cedo para atirar foguetes, mas é um progresso.
Há pouco já estava a fazer nas cuecas, pois não queria deixar de brincar.
Filhote atina de vez com isso!

sábado, 6 de março de 2010

Conversa de rapazes

Júlio para o Marco: dá-me um beijinho na cara.
Marco: só as raparigas é que podem.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O pai salvou o melro

Domingo o pai foi para um wokshop de airsoft.
Fiquei sozinha com os tesourinhos.
Dali a pouco veio o mais novinho a correr, ter comigo todo assustado.
Pensei que seria o irmão que lhe estava a bater, mas nesse caso o mais novinho ficaria às turras com o mano.
Nisto vem o mais velhinho: mãe, mãe tem um pássaro no quarto da mãe!
Pensei que seria uma brincadeira deles, pois nas suas brincadeiras falam muito no pai e na mãe, mas estavam os dois assustado, que lá fui ver o que se passava no meu quarto.
Realmente havia um melro em cima do carrinho de bebé.
Deve ter entrado quando deixaram a porta do quintal, aberta.
Lá fui buscar a família felina, para dar início a uma caçada ao melro.
O Patinhas demonstrou ser muito bom caçador.
Mimi dava cada salto bem alto, mas quando abocanhava o pássaro, acabava-o por deixar fugir.
O pássaro fingia-se de morto e assim que apanhava os felinos distraídos, voava para bem alto.
Ia para cima do quadro da fotografia do casamento, que tive que abanar o quadro, para ele sair
dali.
Marco estava divertido a ver a cena da caça ao melro, mas não queria que o gato comesse o melro.
Júlio tinha medo de se aproximar, agarrando-se a mim.
O pai quando chegou abriu a janela, mas dizia que o pássaro estava morto. Eu dizia que ele estava-se a fingir de morto.
Tanto era verdade que ele viu o pássaro arranjar forças e bater assas voando para a rua, sendo levado pelo forte vento que se fazia sentir.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Gastroenterite

Ontem à noite o mais novinho começou aos vómitos e a vomitar muito.
Tanto foi que ainda estava a começar a limpar o vomitado, já estava ele a vomitar outra vez.
Lavei-o e vesti roupinha limpa e ele adormeceu, mas passado pouco tempo estava a vomitar mesmo a dormir.
Como ele não estava bem, resolvi dormir com ele, dali a pouco sinto o cheiro a cocó. Já estava outra vez a vomitar e o cócó saí-a pela fralda e roupa, tanto que sujou o lençol e a capa de forra do colchão.
Fui com ele para o sofá da sala, mesmo assim ainda voltou a vomitar até de madrugada, embora já não fosse tanto, visto não ter nada no estômago.
O irmão contou que na escola ele vomitou vermelho em cima da comida.
O pai é que os foi buscar, mas ninguém lhe disse nada.
Ele não tinha comido o almoço, estava só com o leite com nesquik de morango que bebeu de manhã, daí o irmão dizer que ele vomitou vermelho.
Em casa não quis comer, petiscou umas bolachas.
Fomos às urgências, veio medicado para os vómitos e diarreia.
Ainda só vomitou uma vez depois de ter tomado o remédio.
Já fez cocó e está a ficar normal, mas é difícil fazer com que ele faça a dieta.
Pelo menos já está mais bem disposto e a brincar.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Conversa sábia

Sabes pai, o Sócrates é mau!
Ele é como os monstros!
Isto foi a conversa do mais novinho e a do mais velhinho faz tempo que dizia:
O Sócrates é o como o Pinóquio, tem o nariz grande e diz muitas mentiras.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

A todos um feliz Natal

São os votos de Tesouro Precioso.
Que ao menos todos possam comemorar este dia com a família, no quentinho de um lar.
Sei que haverá sempre alguém que este dia não será feliz como esperavam. É o saber das famílias que perderam tudo ou quase tudo com o temporal.
Pergunto-me que Natal terão essas pessoas?
Que Natal terão aqueles a quem o desemprego bateu à porta e nem subsídio recebem?
Aqueles a quem a doença levou os seus entes queridos ainda com uma vida inteira que tinham pela frente?
Ó Menino Jesus acalma o coração dessas pessoas.
Também fica aqui os votos de um bom Natal para as minhas amigas Ana Raquel, Xica e Tânia, caso passem por aqui.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Temporal

Faz tempo que não venho ao blogue.
Por vezes penso, deveria publicar isto ou aquilo para mais tarde recordar, mas apodera-se de mim uma falta de vontade.
Então é assim, estamos com temporal, alerta laranja previsto até sexta-feira.
Começou ontem à noite com muita chuva e forte trovoada.
Ao início os trovões pareciam a ser aviões a jacto, mas se fosse um jacto não ficava o som tanto tempo.
Depois o pai dos tesourinhos ligou-me pelas 2 e tal da manhã que estava a passar um temporal grande, para eu fazer uma ronda pela casa, não estivesse a entrar água. Disse que caíam pedras grandes de granizo e que parecia a ter caído um raio no Porto da Praia.
Realmente ouvi a sirene dos Bombeiros da Praia, a tocar.
Afinal foi porque houve inundações, estradas bloqueadas com árvores partidas, pedras e muita lama.
Pelas 5 e tal da manhã fez um trovão que até parecia que estremecia com a casa. Os porcos guincharam durante algum tempo, pobres bichos devem ter ficado assustados!
Marco António tem medo de trovões, mas dormiu e nem os sentiu, mas ao perguntar ao Júlio César se ele deu pelos trovões ele respondeu que ouvi e imitou o som da trovoada.
Perguntei se ele teve medo e ele disse eu agarrei-me à roupa da mãe (eles dormem comigo enquanto o pai trabalha). Eu não me apercebi disso, mas dei-lhe a mão durante a noite, a ele e ao Marco.
Fiz a ronda pela casa, sentia os pingos a cairem no tecto, mas agora de dia o quarto do Marco está cheio de marmitas a aparar a água.
Tive que puxar a cama dele bem para o pé da parede pois já caia água em cima.
Não fui trabalhar.
As escolas da Praia foram encerradas.
Agora está um pouco amainado, mas já sabemos até o fim de semana com o que contar.

domingo, 15 de novembro de 2009

Como estamos?

Depois da alergia do Júlio foi a minha vez de andar com dores de dentes que não passavam com o brufen.
Fui ao Centro de saúde pois já tinha um abcesso.
Acabei ontem o antibiótico.
Depois foi a vez do Marco António ter febre.
Ao menos não tem sido coisas graves.
Noutro dia a Educadora elogiou novamente o Marco, que faz desenhos muito bonitos.
Júlio está a ficar um homem, na escola já vai pedindo para ir à casa de banho, mas em casa faz o cocó nas cuecas.
Também na escola, já está a comer com a sua mão.
Andamos com o carro na oficina, quase um mês.
Chegava a casa com as pernas que pareciam gelatina, pois tinha que me apressar para apanhar a carreira.
Ontem foi dia de tesourinhos ficarem frescos. Cortei-lhes o cabelo.
Tanto um como o outro já tinham o cabelo grande, e quando acordavam, estava sempre espetado.
Às dias atrás Júlio disse: o pai há-de-me comprar um computador para eu puder jogar o jogo da quinta. Também sou gente.
Marco conta o que se passa na escola. Então contou que depois daquele dia em que Júlio esteve de castigo por fazer o cocó nas cuecas, que ele pediu para ir à sanita e que depois todos deram uma salva de palmas.
Outra de Júlio na escola, contou-me a educadora que ele não tinha acabado de pintar um gato e ela disse para ele acabar. Diz Júlio "Ó Paula, o gato não quer ser pintado".

domingo, 1 de novembro de 2009

Pão por Deus

Quando acordei, chovia.
Estava nublado, tempo de morrinha como costumo dizer.
Depois tesourinho mais velho acordou, mas não se quis logo arranjar-se, para que, se o tempo melhorasse ir pedir pão por Deus.
Lá tomou o pequeno almoço e o maninho nada de acordar.
Quando mais novinho acordou, tomou o pequeno almoço e logo de seguida o seu banho, para se arranjar todo bonitinho, para ir à tradição de pedir o pão-por-Deus.
De seguida foi a vez do mais velhinho tomar a sua banhoca e vestir-se.
Já era quase meio dia quando saímos de casa. Já estava bom tempo.
Lá fomos, mas havia poucas pessoas em casa, deviam estar para a missa.
Marco queria vir para casa que já estava cansado.
Perguntei a Júlio se queria ir pelas casas, ou regressar a casa, e ele respondeu que queria ir de casa em casa, mas acabamos por voltar para casa pois já passava das 13.00.
Pelo caminho um carro parou ao avistar crianças com as saquinhas.
A senhora deu moedas (as primeiras e únicas moedas que eles receberam este ano pelo pão por Deus). Também deu rebuçados e voltou a por mais moedas nas saquinhas dos tesourinhos.
Mesmo assim depois de estarmos em casa ainda apareceu alguns grupos de crianças a pedirem pão por Deus.
Quando eu era criança, costumava ir pedir pão por Deus, com a minha irmã mais nova e duas pequenas que eram nossas vizinhas.
Quando a minha mana caçula, tinha as gémeas pequeninas, íamos pedir pão por Deus com elas e com a Sofia, que também era pequenina.

Carinhas larocas


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Recordando o tesourinho


2º Aniversário de Marco António


3º aniversário do Júlio César

Miminhos