A família dos tesourinhos

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Encontrei este blog , com o qual identifiquei-me na situação que esta mamãe está a passar, porque já passei por algo semelhante, sei dar o valor. Quem quiser e puder ajudar com roupinha de bebé e coisas de bebé que já não usem.

sábado, 2 de abril de 2005

Gosto pela música

O Marco António já tem as suas músicas preferidas: Black Eyes Peas; Clara; Eminem; Green Day; Usher; Jannifer Lopez e Gwen.
Quando toca uma que ele gosta, fica muito atento e por vezes começa mesmo a dançar ao ritmo da música.
Hoje fui dar com ele a cantarolar a música enquanto a mesma estava a tocar.
Até mesmo a música de dar corda do brinquedo, ele a cantarola. E é que ele imita bem a música.
Tomara, também já vem de uma família de músicos do lado paterno. O avô toca barítono na Filarmónica da Recreio dos Artista (não estou a fazer publicidade a banda filarmónica) e o bisavô (que ainda é vivo, o bisneto é que ainda não o conhece porque ele vive na ilha da Graciosa) era regente da música.
Cada dia que passa vejo o meu tesourinho a adquirir mais conhecimentos.
Quando estava no quintal a estender a roupa, e o Marco António a correr com a aranha atraz dos gatos, vi um facto curioso. O gato Espertalhão estava a dar a patinha para o seu dono mais novo lhe tocar, coisa que o Marquinho faz sem medo nenhum, a mãe e que fica com receio nao vaia o gato arranhar o filhote.

sexta-feira, 1 de abril de 2005

Todo satisfeito da vida e cada vez mais atinadinho

Quando puxa a roupa quase toda, do estendal para o chão; tira a sua roupa da gaveta espalhando-a pelo chão; tira os coadores, conchas e tampas de marmitas espalhando-os pela casa toda; no banho chapinha na agua salpicando a casa de banho.
Mas o mais importante e que tem saude, o resto vai-se fazendo.
O Marquinho esta cada vez mais atinadinho.
Quando estou a dar-lhe o banho e a lavar-lhe a cabecinha, ele já a inclina para a água não escorrer para os olhos. Nem precisa pedir para ele inclinar.
Quando não quer mais leite de biberão, empurra com a mão como quem diz: "já disse que não quero mais". Mas para gostar de leite, e o da sua mama.
Quando o pai tem o comando da televisão na mão ele já diz: dá-me. Adora mexer num comando ou telemóvel.

quarta-feira, 30 de março de 2005

Amigo da sua mãe

De manha como sempre dei o leitinho ao Marco António e depois tratei de fazer as minhas tostas.
Estava a começar o pequeno-almoço e o Marquito chega-se com a aranha hum, hum, (queria pão também). Dei-lhe uma metade de um papo-seco, e não e que este pequenote começou a tirar miolinhos e a por na minha boca.
sssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss
Esta a ficar cada vez mais traquinas. A tarde estávamos no sótão, quando ele vem para o pé de mim, já trazia a minha blusa enrolada na aranha , e tinha uma mala no chão.
A blusa estava no estendal. Ele puxa na roupa, brinca a volta das toalhas, e se vou para o apanhar foge e desafia-me dando as suas gargalhadas.
A mala estava numa prateleira, mas ele com as suas exploracoes achou mais este "brinquedo novo".

terça-feira, 29 de março de 2005

Brincar no quintal

Ontem de manhã estava sem chover, então fui estender roupa é claro que o Marco António foi de aranha brincar no quintal.
Andava a ver se apanhava os rabos dos gatos para agarrar, e os gatos era um tal fugir dele.
Estendi um cobertor que quase arrastava no chão e para o Marquinho foi motivo de brincadeira, andava a correr à volta do cobertor como se fosse um muro.
Depois fui tratar do almoço e como ele estava feliz a brincar no quintal, deixei a porta aberta para o ir vendo.
Não é que depois do almoço começou a chover e até hoje ainda chove.
Hoje não há brincadeira no quintal. Mas brinca-se no sótão.
Adora mexer nos botões dos computadores, só que ontem o pai deu-lhe a volta, e configurou o pc para não desligar no botão.
Gosta que lhe atiro os peluches para ele depois atirar para o chão e dá a sua gargalhada.
Toda a papelada que estiver ao seu alcançe na secretária é para ir para o chão. Este meu filhote limpa uma secretário num instante.

domingo, 27 de março de 2005

Domingo em casa da avó paterna

Hoje fomos passar o domingo a casada avó paterna. Levamos a aranha com a gente.
Primeiro passamos pela casa da avó Neves que tinha a sua prenda da Páscoa, uma blusa azul com um carrinho.
Hoje a avó estava sozinha com o tio Laureano.
O Marco António consolou-se a correu a casa da avó Madre. Engraçado é que ele passou pelas plantas nem ligou para elas.
No móvel da sala andou a namorar os tarequinhos, mas dizíamos: não, não Marco António, aí não se mexe. Ele ficava a olhar para a gente e abanava a cabecinha ou então dizia: não, não.
Mas assim que apanhou a avó distraída a falar com o papai, ia mexer nos tarequinhos, mas a mamãe disse: não, não Marquinho, e o Marquinho abanava a cabecinha a dizer que não.
Está cada vez mais malandreco este meu filhote.
Andou no colinho do avó, que lhe mostrou o andar de cima.
Tirou uma soneca no sofá da sala, só acordando quando o seu relógio interno disse que já eram horas de comer novamente.
Ao regressar a casa estava chatinho, era o João Pestana a dizer que já eram horas de neinar, e adormeceu na cadeirinha do carro.
Mas o safadinho ao chegar a casa acordou com o gato Espertalhão a miar. Este gato faz jus ao seu nome. Espera os donos na porta de entrada e depois quer sair pela porta da cozinha para o quintal.
E assim se passou mais um domingo.

quinta-feira, 24 de março de 2005

Os brinquedos agora descansam

O Marco António agora gosta muito de abrir uma gaveta da cozinha, tirar os coadores e tampas de marmitas, espalhando-os pela casa toda.
Tanto que já entalou os dedinhos na gaveta.
Os botões, da televisão ou dos computadores também são muito interessantes. Adora desligar e ligar.
Abrir e fechar portas.
Ontem comprei um saco de ração para os gatos. O saco tem a cara de um gato.
Perguntei ao Marco António:
A - Que é isto?
M - É o miau.

terça-feira, 22 de março de 2005

Marquinho em silêncio

Quando está silêncio, desconfiamos que os nossos pequenotes devem estar a tramar alguma.
Andava o Marquinho a gatinhar e a inglesar, passado um bocado achei muito silêncio, fui ver o porque de tanto silêncio, maroto tinha tirado a roupa lavada que estava na pana para estender.
Andava o Marco António na aranha quando viu um cão na televisão, foi logo a correr para tocar no cão, fazendo uma festa grande.
Não sabia que ele também gostava muito de cães. Sai ao pai que é muito amigos dos animais.
Hoje as primas Ana Sofia, Marisa e Catarina vieram dormir cá de noite. Brincaram com o Marquinho, e ele só queria folia.

segunda-feira, 21 de março de 2005

1º dia de Primavera

Começou hoje a Primavera. Parecia que ia estar um lindo dia.
Agarrei na aranha com o Marquinho e fomos para o quintal estender roupa.
O Marquinho estriou o seu boné de pala, mas de vez em quando caia ao chão.
Andou atraz dos seus amigos gatinhos, que fugiam dele.
Estava quase a acabar de estender a roupa quando começou a cair uns pingos de água, lá agarrei outra vez na aranha com o Marquinho e meti-o no parque para recolher a roupa, deixando a porta da cozinha aberta, para ele me ir vendo. Nisto fez um grande trovão e começou a chover a potes. Voltei para dentro molhada.
Depois do almoço o Marco António dormiu um pouco até que acordou a chorar quando fez um trovão, penso que ele assustou-se com o trovão.
E o 1º dia de Primavera foi assim chuvoso com trovoada.

domingo, 20 de março de 2005

Vizita à avó materna e tias

Hoje fomos a casa da avó materna. Estava lá a tia Liliana com a madrinha e prima Sofia, o tio Carlos e as primas Vanessa e Ana Francisca.
O Marco António agora anda a estranhar mesmo as pessoas de família, principalmente as tias que ele vê menos vezes. Então só queria a mãe.
Levei a aranha para ele andar, mas a prima Ana Francisca (que tem 2 aninhos) só queria empurrar a aranha.
A avó tinha uma talhada de abóbora cozida e não é que o Marquinho comeu tudo, e tinha acabado de almoçar antes de ter saído de casa. "Tudo o que vai para aquela boquinha é sagrado".
Depois apareceu a tia Urânia com as primas gémeas Marisa e Catarina.
Todas queriam pegar no Marquinho ao colo, e ele só queria a mãe, mas assim que elas foram para a varanda foi para o colo da tia Urânia. Então eu disse à madrinha que já estava na rua: Chama por ele, para ir para o teu colo. E não foi que ele já pôs os bracinhos para ir para o colo da madrinha, mas assim que ouvia a minha voz começava a choramingar.
Depois fomos dar um passeio com a tia Lurdes.
Mais tarde fomos com a tia Lurdes à casa da tia Urânia, e à casa da tia Liliana.
Quando regressamos a casa já era noite. Ao chegar a casa o Marquinho fez festa ao ver o pai.

Carinhas larocas


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Recordando o tesourinho


2º Aniversário de Marco António


3º aniversário do Júlio César

Miminhos